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Overview de Mercado

Agosto de 2026

alívio aqui, aperto lá

O primeiro corte da Selic deste ciclo trouxe uma mudança importante para o cenário brasileiro, mas seus efeitos ainda não chegaram por inteiro ao crédito, às empresas e às famílias. Ao mesmo tempo, emprego recorde conviveu com confiança menor e desaceleração das contratações formais.

No exterior, bolsas subiram enquanto juros longos e riscos geopolíticos voltaram a encarecer o capital. O resultado foi um mês de sinais mistos: melhora em alguns preços, mas menos espaço para decisões automáticas.

Confira abaixo os destaques detalhados.


Resultados dos principais índices

Brasil

Ibovespa (-0,33%)

Estados Unidos

Dow Jones (+1,34%)

S&P 500 (+2,62%)

Nasdaq 100 (+4,18%)

Europa

Euro Stoxx 50 (+0,98%)

Japão

Nikkei 225 (+3,03%)

China

CSI 300 (+0,80%)

O contraste aparece logo na tabela: o Ibovespa recuou 0,33%, pressionado principalmente pela saída líquida de R$ 18,4 bilhões de investidores estrangeiros até 27 de agosto, enquanto as principais bolsas internacionais avançaram. O Nasdaq 100 liderou o mês, favorecido pelo setor de tecnologia, mas esse desempenho ocorreu junto de juros longos americanos mais altos e de uma nova pressão sobre energia.

Fonte: Yahoo Finance e Eastmoney. Cotações de fechamento do último pregão de julho e do último pregão de agosto de 2026.


Destaques nacionais

1. Copom reduz a Selic para 14%, enquanto o crédito continua caro

O Copom reduziu a Selic de 14,25% para 14,00% ao ano em 5 de agosto. Foi o quarto corte consecutivo e levou a taxa ao menor nível desde fevereiro de 2025. O comunicado, porém, evitou antecipar o próximo passo e vinculou novas decisões à evolução da inflação e da atividade econômica.

Mesmo com o corte da Selic, o crédito continua caro. O estoque chegou a R$ 7,4 trilhões, com alta de 9,5% em 12 meses, enquanto a taxa média nas operações livres para pessoas físicas permaneceu em 60% ao ano. A inadimplência alcançou 4,9% no sistema e 5,8% entre as famílias.

As expectativas também limitam o espaço para aceleração. No fim do mês, a mediana projetava Selic de 13,75% no encerramento de 2026 e inflação de 5,01% no ano, ainda acima do teto da meta.

Impacto: O ciclo de queda dos juros já começou, mas o custo do dinheiro deve seguir elevado por algum tempo. A melhora tende a chegar em ritmos diferentes ao crédito, à atividade econômica e aos investimentos, mantendo liquidez e planejamento financeiro como fatores relevantes.

2. Emprego recorde convive com confiança e contratação mais fracas

A taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, com 103,3 milhões de pessoas ocupadas. O rendimento real habitual avançou 3,3% em 12 meses, para R$ 3.762, e a massa de renda chegou a R$ 383,5 bilhões, alta de 4,1% no mesmo período.

O retrato mais recente, contudo, traz sinais de moderação. O Índice de Confiança do Consumidor recuou 3,6 pontos em agosto, para 84,7, menor nível desde novembro de 2022. O componente de expectativas caiu 5,4 pontos, para 86,1. No emprego formal, julho registrou pouco mais de 58 mil novas vagas, número 56% inferior ao de um ano antes.

Isso não invalida a força do mercado de trabalho. Mostra, porém, que renda presente e percepção sobre o futuro estão se separando. Famílias empregadas podem manter o consumo, mas a cautela tende a aumentar quando confiança e ritmo de contratação diminuem ao mesmo tempo.

Impacto: O emprego ainda oferece sustentação à economia, mas a perda de confiança pede atenção ao orçamento e às receitas mais sensíveis ao consumo. Para empresas, o sinal é de demanda menos previsível nos próximos meses.

3. Ibovespa oscila, o dólar sobe e o capital estrangeiro recua

O Ibovespa encerrou agosto com queda de 0,33%, depois de atravessar 11 pregões consecutivos de baixa entre 4 e 18 de agosto e nove altas seguidas entre os dias 19 e 31. A sucessão de movimentos quase opostos terminou em variação pequena no mês, mas escondeu um ambiente de elevada sensibilidade a juros, resultados corporativos e cenário externo.

O dólar oficial avançou 2,05%, de R$ 5,0773 para R$ 5,1816. Na bolsa, investidores estrangeiros retiraram R$ 18,4 bilhões até 27 de agosto, e sua participação no volume negociado caiu para 57,7%, ante 59,7% em julho. Apesar da saída mensal, o saldo acumulado no ano ainda era positivo em R$ 22,3 bilhões.

O movimento mostra que estabilidade do índice não significa estabilidade do risco. Houve rotação entre ativos, redução do fluxo externo e pressão cambial, mesmo sem uma queda expressiva do índice no fechamento mensal.

Impacto: Meses quase estáveis podem esconder mudanças relevantes na composição do risco. Câmbio, fluxo estrangeiro e concentração da carteira importam tanto quanto a variação final do índice.

4. Empresas do Simples precisam definir o tratamento de IBS e CBS

Setembro abriu uma escolha prática para empresas do Simples Nacional. Entre 1º e 30 de setembro de 2026, cada empresa deverá decidir se mantém IBS e CBS dentro do recolhimento simplificado ou se passa a apurar esses tributos pelo regime regular, preservando o Simples para os demais impostos. A opção valerá a partir de 1º de janeiro de 2027.

A decisão afeta formação de preço, aproveitamento de créditos e competitividade dentro de cadeias empresariais. Empresas que vendem para outras companhias podem enfrentar pressões diferentes das que atendem principalmente o consumidor final. Há ainda um sublimite de R$ 3,6 milhões para o IBS e a possibilidade de desistir da escolha até o fim de novembro; a próxima janela ocorrerá em março de 2027.

Não existe resposta única. O melhor enquadramento depende do perfil de compradores, da estrutura de custos, das margens e da capacidade operacional para cumprir novas obrigações.

Impacto: Quem possui empresa precisa tratar essa escolha como decisão de negócio, não apenas fiscal. Simulações com contabilidade e assessoria tributária podem reduzir o risco de perda de margem ou de competitividade em 2027.

5. Agro ganha demanda doméstica, mas o crédito limita a expansão

A produção de etanol de milho passou a consumir cerca de 27 milhões de toneladas do grão por ano, equivalente a aproximadamente 20% da produção nacional. Somente no primeiro semestre, as usinas absorveram 12,5 milhões de toneladas, 2 milhões a mais que no mesmo período anterior. Esse avanço cria uma fonte doméstica adicional de demanda além das exportações e da alimentação animal.

Ao mesmo tempo, custos financeiros e margens mais apertadas interromperam a expansão contínua da área de soja. A projeção para a próxima safra é de produção de 178 milhões de toneladas, abaixo das 182 milhões estimadas para o ciclo atual. O setor mantém escala e produtividade, mas passa a selecionar investimentos com mais rigor.

O quadro combina demanda estruturalmente forte com menor disponibilidade de capital barato. Isso favorece produtores eficientes e regiões bem conectadas a usinas, armazéns e corredores logísticos, ao mesmo tempo que aumenta a diferença entre operações bem financiadas e negócios mais alavancados.

Impacto: O agro segue sustentado por demanda e produtividade, mas juros elevados podem limitar expansão e pressionar capital de giro. A qualidade financeira de cada operação se torna tão importante quanto o preço da commodity.

6. Saúde pesa mais nos orçamentos empresarial e público

Planos de saúde já representam entre 15% e 20% da folha de pagamento em alguns setores. Nos contratos coletivos, os reajustes médios chegaram a 9,9%, enquanto menos de 5% das empresas usam ferramentas preditivas para antecipar custos e riscos de saúde. Para empregadores, o benefício permanece importante para atração e retenção, mas ocupa uma parcela crescente do orçamento.

No setor público, a mudança na regra do piso federal de saúde prevista para 2027 pode reduzir os recursos mínimos em cerca de R$ 4,7 bilhões, segundo uma das estimativas apresentadas em agosto. O efeito final dependerá da execução orçamentária e de eventuais compensações, mas a discussão reforça a pressão simultânea sobre empresas, famílias e governos.

O desafio deixa de ser apenas absorver reajustes. Gestão preventiva, desenho de benefícios e previsibilidade de caixa passam a fazer parte da mesma conversa, principalmente em negócios intensivos em pessoas.

Impacto: Custos de saúde acima da inflação reduzem espaço para salários, contratações e outros investimentos. Para empresários, acompanhar o benefício como despesa estratégica pode evitar ajustes bruscos e melhorar a previsibilidade financeira.

Destaques internacionais

1. Fed desloca o debate para uma possível alta de juros

O Federal Reserve manteve a taxa básica entre 3,50% e 3,75% ao ano, mas o debate mudou durante agosto. As atas da reunião de julho mostraram que o mercado já revisava a possibilidade de elevação, e o discurso de Jackson Hole reforçou a preocupação com inflação persistente e demanda ainda resistente.

A inflação medida pelo consumo estava em 3,7% em 12 meses, e 54% dos 199 componentes acompanhados subiam acima de 3%. A taxa de desemprego permaneceu em 4,1%. Após a escalada no Estreito de Ormuz, a probabilidade indicada pelo mercado para uma alta em setembro chegou a 65,9%, ilustrando como as expectativas oscilaram com dados, comunicação e geopolítica.

Não se trata apenas de uma possível decisão isolada. O ponto central é que o caminho dos juros americanos voltou a admitir aperto adicional, depois de um período em que grande parte das discussões estava concentrada em quando começariam os cortes.

Impacto: Juros americanos mais altos por mais tempo podem fortalecer o dólar, alterar fluxos internacionais e elevar o custo de financiamento. Isso também pode reduzir a diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos mesmo com trajetórias opostas nos dois países.

2. Emprego e consumo perdem força nos Estados Unidos

A economia americana criou 23 mil vagas a menos em julho, depois de uma alta de 20 mil em junho. A taxa de desemprego ficou em 4,1%, e os salários avançaram 3,2% em 12 meses, para US$ 37,62 por hora. O mercado de trabalho ainda não aponta uma contração ampla, mas perdeu o ritmo que sustentou o consumo por vários trimestres.

A renda pessoal cresceu 0,4% no mês, enquanto o consumo real avançou menos de 0,1%. Ao mesmo tempo, a atividade industrial da região da Filadélfia subiu para 47,4, maior nível desde abril de 2021. O conjunto mostra uma economia desigual: famílias mais cautelosas, emprego mais fraco e alguns núcleos industriais ainda firmes.

Essa combinação dificulta a leitura do Fed. Uma desaceleração rápida favoreceria juros menores, mas inflação acima da meta e sinais pontuais de atividade forte mantêm aberta a possibilidade de novo aperto.

Impacto: Uma economia americana menos uniforme tende a aumentar a volatilidade entre moedas, juros e bolsas. Dados mensais isolados ganham peso, mas precisam ser avaliados em conjunto para evitar conclusões apressadas.

3. Bolsas avançam enquanto a dívida longa encarece o capital

As bolsas americanas terminaram agosto em alta: S&P 500 avançou 2,62%, Nasdaq 100 ganhou 4,18% e Dow Jones subiu 1,34%. O desempenho preservou o apetite por empresas de crescimento, especialmente tecnologia, mesmo com a reabertura do debate sobre alta de juros.

No mercado de dívida, o movimento foi menos confortável. A taxa dos títulos do Tesouro americano de 30 anos superou 5,3%, maior nível desde 2002, enquanto a dívida federal ultrapassou US$ 40 trilhões. Grandes empresas de tecnologia emitiram US$ 182 bilhões em dívida até julho de 2026, quase o dobro dos US$ 93 bilhões registrados em todo o ano de 2025.

O contraste importa porque preços de ações e custo de financiamento podem caminhar em direções diferentes por algum tempo. Quanto mais caro o capital de longo prazo, maior a exigência sobre lucros futuros, novos projetos e refinanciamentos.

Impacto: Alta das bolsas não elimina o efeito dos juros longos sobre empresas e ativos. Avaliar geração de caixa, endividamento e prazo dos investimentos ajuda a separar valorização de curto prazo de fundamentos mais duradouros.

4. Energia mantém o Banco Central Europeu sob pressão

As expectativas de inflação dos consumidores da zona do euro melhoraram na margem: 2,9% para os próximos 12 meses, 2,7% em três anos e 2,4% em cinco anos. Ainda assim, energia e serviços dificultaram uma leitura mais tranquila para o Banco Central Europeu.

A inflação geral havia recuado para 2,8% em junho e o núcleo para 2,4%, mas a energia acumulava alta de 8,5%, enquanto o gás avançou 16% desde junho. Na Alemanha, a inflação de agosto subiu para 2,9%, com energia em alta de 10,5%. A guerra e o risco sobre o Estreito de Ormuz reforçaram a probabilidade de aperto monetário em setembro.

A região enfrenta uma escolha difícil: conter uma pressão de custos que não nasce apenas da demanda, sem agravar uma atividade econômica já frágil. Essa tensão também alcança empresas europeias por meio de energia, crédito e margens.

Impacto: Pressão energética na Europa pode manter juros altos e crescimento baixo ao mesmo tempo. O efeito alcança moedas, comércio internacional e empresas brasileiras com receitas ou custos ligados ao continente.

5. China melhora na margem, sem sair da contração

O indicador oficial da indústria chinesa subiu de 49,2 para 49,8 em agosto. Ele mede se a atividade fabril está em expansão, acima de 50, ou contração, abaixo de 50. Houve melhora, mas o setor seguiu em leve retração.

A melhora também foi desigual entre empresas. Grandes companhias chegaram a 50,6, enquanto as pequenas ficaram em 47,9. Na construção, o indicador recuou para 46,9. Em paralelo, os lucros industriais cresceram 17,6% no acumulado do ano, embora o avanço de julho, de 11,2%, tenha desacelerado em relação ao mês anterior.

O quadro sugere estabilização parcial, não uma retomada ampla. Exportação e indústria de maior escala mostram mais resistência, enquanto pequenas empresas e construção ainda enfrentam demanda fraca e restrição de crédito.

Impacto: A China continua relevante para commodities e empresas brasileiras, mas a recuperação permanece seletiva. Sinais melhores na indústria ajudam, enquanto fraqueza na construção limita uma aceleração mais forte da demanda.

6. Ormuz transforma segurança energética em risco de juros

Estados Unidos e Irã realizaram ataques diretos no último dia de agosto, ampliando o risco militar próximo ao Estreito de Ormuz. O episódio envolveu lançadores na ilha de Larak e uma retaliação iraniana, com oito mísseis interceptados pela Jordânia. Antes da guerra, cerca de 20% do petróleo consumido no mundo passava pela rota.

O Brent chegou a negociar acima de US$ 90 por barril durante o mês e encerrou agosto em US$ 90,49, alta de 0,41%. A variação mensal pequena não resume o risco: interrupções físicas, seguros, fretes e desvios de rota podem atingir os custos antes mesmo de uma redução efetiva da oferta.

Por isso, Ormuz conecta geopolítica a inflação e juros. Um choque persistente de energia pode adiar cortes, estimular novas altas e pressionar margens empresariais em várias regiões ao mesmo tempo.

Impacto: Petróleo mais caro pode aparecer em combustíveis, transporte, inflação e política monetária. Como o efeito tende a ser amplo, períodos assim aumentam o custo da concentração e da falta de liquidez.

Radar do mês

  • Imobiliário: A TRX desistiu de comprar da Cyrela um escritório e quatro galpões por cerca de R$ 2,13 bilhões. A operação dependeria de uma captação de grande porte pelo TRXF11, cujas cotas caíram mais de 5% após o anúncio da emissão e das aquisições, em meio a questionamentos sobre o ritmo de expansão e uma alavancagem próxima de 30%. O cancelamento, após a reavaliação das condições econômicas, mostra como juros altos, custo de capital e qualidade da gestão podem limitar aquisições bilionárias em fundos imobiliários.
  • Judiciário: O STF reiniciará o julgamento sobre tributação de lucros de controladas no exterior, discussão com impacto estimado em R$ 142,5 bilhões entre 2017 e 2021 e sem nova data definida.
  • Tecnologia: A União Europeia colocou o ChatGPT sob supervisão reforçada, com prazo de quatro meses para adequação às regras aplicáveis a plataformas com mais de 45 milhões de usuários mensais no bloco.
  • Bitcoin: O ativo avançou 25,05% em agosto e recebeu cerca de US$ 3,3 bilhões em fundos negociados em bolsa. O registro é factual e não representa direcionamento de alocação.

Análises e insights

Quando o mesmo mês traz alívio e aperto

Agosto mostrou que a direção dos juros importa, mas o ponto de partida também. No Brasil, a Selic caiu para 14,00% ao ano, enquanto operações livres para pessoas físicas continuaram com taxa média de 60%. O corte é relevante, mas ainda insuficiente para mudar rapidamente parcelas, capital de giro e decisões de expansão.

Nos Estados Unidos, ocorreu um movimento diferente. A taxa básica permaneceu entre 3,50% e 3,75%, mas o mercado voltou a considerar uma alta. Inflação persistente, atividade desigual e petróleo acima de US$ 90 mudaram a conversa: em vez de discutir apenas quando começariam os cortes, investidores passaram a avaliar a possibilidade de aperto adicional.

Essas trajetórias podem reduzir a diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos. Quando isso acontece, aplicações brasileiras perdem parte da vantagem relativa diante dos ativos americanos. O efeito pode aparecer no câmbio, no fluxo estrangeiro e no custo de financiamento de empresas, ainda que nenhum desses movimentos ocorra de forma automática.

Para famílias e empresários, a leitura mais útil é evitar conclusões binárias. Juros menores no Brasil não significam crédito barato de imediato; juros maiores nos Estados Unidos não impedem toda valorização de bolsa. O cenário favorece decisões apoiadas em prazo, liquidez, qualidade dos ativos e capacidade de atravessar oscilações sem depender de um único resultado macroeconômico.


Calendário econômico do próximo mês

  • 09 e 10/09Banco Central Europeu: reunião de política monetária, com decisão e entrevista coletiva no segundo dia.
  • 11/09IPCA no Brasil: o IBGE divulgará a inflação oficial de agosto, dado importante para avaliar o espaço do ciclo de cortes de juros.
  • 11/09CPI nos Estados Unidos: o índice de preços ao consumidor de agosto ajudará a medir a persistência da inflação antes da reunião do Federal Reserve.
  • 15 e 16/09Copom e Federal Reserve: os dois bancos centrais anunciarão suas decisões de juros, em um momento de trajetórias monetárias diferentes.
  • 25/09Prévia da inflação brasileira: a leitura de setembro ajudará a avaliar a dinâmica de preços durante o ciclo de cortes.
  • 30/09Simples Nacional: fim do prazo para definir o tratamento de IBS e CBS válido a partir de 2027.
  • A confirmarNovo Caged: divulgação do saldo de empregos formais de agosto pelo Ministério do Trabalho.

Agosto lembrou que o alívio de uma taxa pode coexistir com o aperto do crédito, da energia e das expectativas. Seguimos acompanhando os dados e seus efeitos sobre mercados, empresas e decisões financeiras, com atenção ao que muda de forma estrutural e ao que representa apenas volatilidade de curto prazo. Esses foram os principais destaques de agosto. Conte conosco para acompanhar as movimentações que impactam seus investimentos!

Até breve,

Yuri Veras CavalcanteCFP®

Sócio e CCO da Aplix Capital Group

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